Blixa (vocal) coroa gato q faz um puta som do caralho (um gozo  ouvir os caras) com um monte de sucata ( na boa ....neubauten é foda)...bom ai vai a letra de uma musica do tabula rasa (cd) q apesar de antiguinho é muito bommmmmmmm

             BLUME

Chrysantemum
For you I am a chrysantemum
Supernova, urgent star

Astera Compositae
For you I`ll be a dandelion
a thousand flowerettes in the sky
Or just a drop in the ocean

If you know my name
don't speak it out
it holds a power — as before

Liliacea
A lily of the valley
a flower of saron

Helianthus annus
For you I even be a sunflower
Do you hear my enlightening laughter?
another reason to cut off an ear

For you know my name, do you not?
don't say it
For it is sacred, immovable frozen

Rosa, Anemone et Nymphea alba
I'll even be a waterlily,
a marygold, a rose
or a little thistle

Euphorbia
a blue dahlia, a black tulip
that's where opinions differ
the scholars disagree

My name, should you know it
remains unspeakable
and is spoken — malediction

 

"A musica é uma forma de arte " - essa frase só pode ser compreendida em sua totalidade depois de conhecerem a obra dessa banda...Fundada em 1987 na Eslovênia com 13 integrantes Devil Doll é uma banda com um som estranho e totalmente diferente de tudo que ja ouviram até hoje .  Este album intitulado "Dies Irae" (O Triunfo da Morte) que data de 1996, é o ultimo de que há conhecimento da banda até ao presente momento  foi fortemente inspirado na vida e musica de George Harvey Bone e nas obras de Edgar Allan Poe, Emily Bronte e Emily Dickinson. Com um som q podemos chamar de progressivo sinfônico/gótico com bem treinados violinos, guitarras, pianos, violoncelos entre muitos outros instrumentos, torna-se um som capaz de penetrar na vossa mente e incintar a loucura. Trata-se de só uma musica dividida em 16 partes dando por volta de 50 minutos de um profundo prazer auditivo  capaz de fazer a mente vaguear por maravilhosos mundos .Algo que apenas pode ser compreendido quando  ouvido.

Black Sun

Murderer!
Man of fire.

Murderer!
I've seen the eyes of living dead.
It's the same game - survival.
The great mass play a waiting game.
Embalmed, crippled, dying in fear of pain.
All sense of freedom gone.

Black sun in a white world.
Like having a black sun in a white world.

I have a son,
His name is Eden.
It's his birthright,
Beyond estranged time.

Give me 69 years,
Another season in this hell.
It's all sex and death as far as I can tell.

Like Prometheus we are bound,
Chained to this rock of a brave new world,
Our godforsaken lot.
And I feel that's all we've ever needed to know,
'Til worlds end and the seas run cold.

Give me 69 years,
Another season in this hell.
There is sex and death
In mother nature's plans.

Like Prometheus we are bound,
Chained to this rock of a brave new world,
Our godforsaken lot.

 

 

24 anos sem Ian Curtis (vocal do joy division)

When the routine bites hard
and ambitions are low
And the resentment rides high
but emotions won't grow
And we're changing our ways,
taking different roads
Then love, love will tear us apart
again

Why is the bedroom so cold
Turned away on your side?
Is my timing that flawed,
our respect run so dry?
Yet there's still this appeal
That we've kept through
our lives
Love, love will tear us apart again

Do you cry out in your sleep
All my failings expose?
Get a taste in my mouth
As desperation takes hold
Is it something so good
Just can't function no more?
When love, love will tear us apart
again

Os Noturnos 

 

Da janela de meu quarto ouço os gritos dos gondoleiros.O sol se pôs há alguns minutos e a paisagem tornou-se dolorosamente bela.A cidade-labirinto emerge, soberana, um misto de fascínio e mistério.Envolve completamente os sentidos, liberta a imaginação.

 

Nos arrebata sem pudor.

 

Meu olhar vagueia, inquieto, perdido nas ruelas.Por entre colunas e pontes,odores e rostos desconhecidos. Cada entardecer é um chamado.Um convite perpétuo que não se pode recusar.

 

Hoje sei que nada aconteceu ao acaso.Existem leis contra as quais é impossível lutar.Leis que regem a luz.

 

Leis que regem a escuridão, de onde nunca mais se regressa.

 

Sinto que ele prossegue em sua busca tentando romper o abismo que nos separa...Enquanto caminho, terríveis lembranças surgem como fantasmas, assombrando minha alma.

 

Se eu ainda tiver alguma.

 

Flávia Muniz

Olha essa espécie de Orquidea o nome dela é Catasetum Integerrimum

 

 

Ave dolorosa

 

Ave perdida para sempre - crença

Perdida - segue a trilha que te traça

O Destino, ave negra da Desgraça,

Gêmea da Mágoa e núncia da Descrença!

Dos sonhos meus na Catedral imensa

Que nunca pouses. Lá, na névoa baça

Onde o teu vulto lúrido esvoaça,

Seja-te a vida uma agonia intensa!

 

Vives de crenças mortas e te nutres,

Empenhada na sanha dos abutres,

Num desespero rábido, assassino...

E hás de tombar um dia em mágoas lentas,

Negrejadas das asas lutulentas

Que te emprestar o corvo do Destino!

 

(Augusto dos Anjos)

Essa foto é do clan of xymox quando veio em são paulo em 1999  na tour do creature (putz! eu era mó pirralha!tinha o q?....uns...11 anos por ai...)

 CREATURE

A shadow glides above my plate
And all I see is birds migrate
Going south, remember me
When you fly above the sea
Autumn dies serene and slow
The lamp stands in a gentle glow
The silence rules, the evening grows
And the moon is far below

In me twist a sudden cramp
In my heart I hear it stamp
Marrow and blood encircle me
My blood stream chokes on gall and spleen
What will become of you
Since you have forsaken me
Not one tear I have in me
I am numb to my memory

I'll believe than that you're dead
First I felt bitter, I made amends
But I see you in a new light
You only have my contempt
So I'll believe than that you're dead
Second you're a loser, I spit on pretence

And I begin to wonder, and I begin to understand
That, you're a creature that breeds it's kind and dies
You're a creature that breeds and kind of dies
You're a creature that breeds it's kind and dies
You're a creature that breeds it's kind and dies
Dies.

........Não, o suicídio ainda é uma hipótese. Quero ter o direito de duvidar do suicídio assim como de todo o restante da realidade. É preciso, por enquanto e até segunda ordem, duvidar atrozmente, não propriamente da existência, que está ao alcance de qualquer um, mas da agitação interior e da profunda sensibilidade das coisas, dos atos, da realidade. Não acredito em coisa alguma à qual eu não esteja ligado pela sensibilidade de um cordão pensante, como que meteórico e ainda assim sinto falta de mais meteoros em ação. A existência construída e sensível de qualquer homem me aflige e decididamente abomino toda realidade. O suicídio nada mais é que a conquista fabulosa e remota dos homens bem-pensantes, mas o estado propriamente dito do suicídio me é incomprensível. O suicídio de um neurastênico não tem qualquer valor de representação, mas sim o estado de espírito de um homem que tiver determinado seu suicídio, suas circunstâncias materiais e o momento do seu desfecho maravilhoso. Desconheço o que sejam as coisas, ignoro todo o estado humano, nada no mundo se volta para mim, dá voltas em mim. Tolero terrivelmente mal a vida. Não existe estado que eu possa atingir. E certamente já morri faz tempo, já me suicidei. Me suicidaram, quero dizer. Mas que achariam de um suicídio anterior, de um suicídio que nos fizesse dar a volta, porém para o outro lado da existência, não para o lado da morte? Só este teria valor para mim. Não sinto apetite da morte, sinto apetite de não ser, de jamais ter caído neste torvelinho de imbecilidades, de abdicações, de renúncias e de encontros obtusos que é o eu de Antonin Artaud, bem mais frágil que ele. O eu deste enfermo errante que de vez em quando vem oferecer sua sombra sobre a qual ele já cuspiu faz muito tempo, este eu capenga, apoiado em muletas, que se arrasta; este eu virtual, impossível e que todavia se encontra na realidade. Ninguém como ele sentiu a fraqueza que é a fraqueza principal, essencial da humanidade. A de ser destruída, de não existir.

Antonin Artaud

O prazer de um anjo

Vejo almas morrendo naquele lugar
A muitos sendo queimados e estrangulados
Posso ver tudo
Vejo aquele mundo melancólico e lúgubre sendo destruído
Pelos demônios adorados pelos mesmos povos
Vejo todos sendo mortos pelos seus tais protetores e Deuses
Pobres almas
A morte naquele lugar é constante
O sol não mas brilhara nem as estrelas encantaram mais as noites
A noite será eterna
Apenas entram naquele mundo novas almas para serem sacrificadas lentamente
Vejo a dor e a angustia que aquelas almas
Expressão em seus olhares mórbidos esperando apenas a morte
Com intuito de não sentirem mais o medo a dor e a angustia
Pobres almas que não mais terão a chance de estar em um mundo de luz de clareza com estrelas encantadoras
Justamente de onde posso ver aquele mundo de dor e plana melancolia
Onde eles estão sendo queimados e estrangulados esperando a morte

Idealisação da Humanidade futura

Rugia nos meus centros cerebrais
A multidão dos séculos futuros
- Homens que a herança de ímpetos impuros
Tornara etnicamente irracionais!

Não sei que livro, em letras garrafais,
Meus olhos liam! No húmus do monturos,
Realizavam-se os partos mais obscuros,
Dentre as genealogias animais!

Como quem esmigalha protozoários
Meti todos os dedos mercenários
Na consciência daquela multidão...

E, em vez de achar a luz que os Céus inflama,
Somente achei moléculas de lama
E a mosca alegre da putrefação!

(Augusto dos Anjos)


Solitário

Como um fantasma que se refugia
Na solidão da natureza morta,
Por trás dos ermos túmulos, um dia,
Eu fui refugiar-me à tua porta!

Fazia frio e o frio que fazia
Não era esse que a carne nos conforta...
Cortava assim como em carniçaria
O aço das facas incisivas corta!

Mas tu não vieste ver minha Desgraça!
E eu saí, como quem tudo repele,
- Velho caixão a carregar destroços -

Levando apenas na tumbal carcaça
O pergaminho singular da pele
E o chocalho fatídico dos ossos!

A Obsessão do Sangue

Acordou, vendo sangue... Horrível! O osso
Frontal em fogo... Ia talvez morrer,
Disse. Olhou-se no espelho. Era tão moço,
Ah! certamente não podia ser!

Levantou-se. E, eis que viu, antes do almoço,
Na mão dos açougueiros, a escorrer
Fita rubra de sangue muito grosso,
A carne que ele havia de comer!

No inferno da visão alucinada,
Viu montanhas de sangue enchendo a estrada,
Viu vísceras vermelhas pelo chão...

E amou, com um berro bárbaro de gozo,
O monocromatismo monstruoso
Daquela universal vermelhidão!

(Augusto dos Anjos)

Primavera

Além das terras longicuas o sopro forte...mantem a chama acesa e alimente o frio...cada vez mais intenso onde n existe abrigo...conduzo o tempo procurando coisas inexistentes.....pra me distrair...

Realizo minha fuga indirecionada com passos retornantes ondas luminosas...ferem meus olhos...o sopro cada vez mais brando espalha as cinzas mortas por todo firmamento...pq n veio comigo?...
verde para todos o efeitos tudo que a entre nós será pra sempre vida....

Ultimos versos

CATALEPSIA

 

Pobre coração negro, morto.

Podre coração frio.

Dói sentir

Dói falar

Escondo para amenizar

E corto para me matar.

Me busca, me toma

Me leva, me ama

A morte

A dor

A mim...

 

Profundo, escuro,

Me encontro enterrada

A sete palmos do chão.

O sangue escondeu os sinais de vida

Acordo: - É um sonho?

Consigo ouvir quem me ama chorar...

- Alguém me ama?

Arranho, esmurro

A tampa não abre,

Chegou o final...

Lindo final.

Morro sofrendo,

Chorando, agradecendo

Pela morte me tirar

Da vida maldita...

Adeus,

Desta vez não irei voltar

"...E então ele cortou os pulsos com a intenção de livrar-se da má indole que impreguinava seu corpo, e até hoje ele se encontra agonizando por um pouco de vida que pulsa dentro da alma das pessoas..."

GOTH

 

...É o escuro,

o medo

a morte e a solidão.

O amor, o sonho

É como viver num sonho.

Um abismo negro

Dentro do próprio ser

Aonde todos os sentimentos caem.

E se perdem

A raiva, o ódio explode.

O gosto do vinho,

A cor do sangue...

As lágrimas de dor.

A cor do sangue...

O gosto do vinho

A raiva, o ódio explodem

E se perdem

Aonde todos os sentimentos caem...

Dentro do próprio ser .

Um abismo negro

É como viver num sonho.

O amor, o sonho

A morte e a solidão

O medo,

É o escuro...

http://www.deadcandance.com

http://bmezine.com

Tem umas fotos de tatto e piercing bem legais nesse site outras são bem bizarras ,mais beeeeeeeeemmmmm bizarraaaaaas!!!

Se vc tiver estomago acesse!!

 

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